sábado, 4 de julho de 2009

Prefeito Zito e ministro do Trabalho assinam convênio para capacitar 7 mil jovens em Caxias

Sete mil jovens com renda per capita familiar de até meio salário mínimo de Duque de Caxias ganharão opções de capacitação para o mercado de trabalho. O prefeito José Camilo Zito (PSDB) e o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, assinam na segunda-feira, 6 de julho, na Câmara Municipal, às 9h30, uma parceria para oferecer programas de qualificação e reciclagem profissional.

O programa Juventude Cidadã é realizado em parceria com os governos estaduais e municipais que se encarregam de encontrar entidades sociais que fazem o trabalho de qualificação dos inscritos e são obrigadas a inserir 30% dos jovens capacitados no mercado. Durante o evento, também haverá o lançamento do Convênio Plurianual Único para a operacionalização das ações do Sistema Público de Trabalho, Emprego e Renda.

Para o prefeito, os dois convênios são igualmente importantes para o município. “Em termos de geração de empregos, o município de Duque de Caxias cresce em ritmo cada vez mais intenso, o que exige um aumento dos investimentos no mercado de trabalho”, disse Zito.

Segundo o secretário municipal de Trabalho e Renda, Jorge Cezar, a duração dos cursos varia de 350 a 450 horas aula. Durante o período de aulas, os beneficiados recebem uma ajuda de custo mensal, que de acordo com o ministério é de R$ 120. “Essa bolsa existe para que o aluno desempregado possa se locomover, comprar as apostilas do curso e se preparar com dignidade’, explicou o secretário.

A expectativa é atender cerca de 7 mil jovens, vagas que o prefeito classificou como significativa perto do número de habitantes da cidade e do número de jovens ,muitas vezes, com dificuldade para entrar no mercado de trabalho. “Esse convênio vem em um momento muito oportuno em que a Prefeitura cada vez mais concentra suas atenções e prioridades para o social”, enfatizou Zito.





Texto: Aline Brandão



Fonte: www.duquedecaxias.rj.gov.br

Passe Livre estudantil agora é lei no DF

Dezenas de estudantes dos ensinos fundamental, médio e superior lotaram o plenário e as galerias da Câmara Legislativa na tarde de terça-feira (23), durante a sessão ordinária, para acompanhar a votação do projeto de lei 1.254/09, enviado pelo Executivo, que concede passe livre estudantil no transporte público do Distrito Federal.

O PL foi aprovado por unanimidade (16 votos), em primeiro e segundo turnos, no plenário da Casa. Agora segue para a sanção do Governador.

Essa bandeira foi levantada pelo Deputado Distrital petista, Paulo Tadeu, em 2005, que conseguiu a provar a Lei n. 3.921/06. Infelizmente, no início de 2007, o próprio Governador Arruda entrou com uma ADIN contra o Projeto, alegando falta de recursos. O Tribunal de Justiça, numa posição diversa da adotada pelo Supremo Tribunal Federal, entendeu que havia vício de iniciativa por acarretar despesas para o Poder Executivo.

Felizmente agora, o próprio GDF conseguiu entender a importância da medida.

"O Passe livre estudantil foi o mais importante projeto aprovado na Câmara Legislativa este ano e um dos mais relevantes de toda história desta Casa, pois atende uma luta histórica do movimento estudantil", destacou o Deputado Paulo Tadeu, um dos principais defensores da proposta. "Os estudantes são os grandes beneficiários dessa luta", afirmou.

Emendas- Com o intuito de melhorar o Projeto do Executivo, foram incluídas 12 emendas, sendo oito delas de autoria dos Deputados do Partido dos Trabalhadores.

Entre as propostas aprovadas, que modificaram o projeto original, consta:

- A extensão da gratuidade a todas as modalidades de transporte público coletivo de passageiros, inclusive quando operados por micro-ônibus, metrô ou veículo leve sobre trilhos ou sobre pneus.

- A divulgação na internet, até o último dia útil do mês subsequente, relatório com avaliação e dados da execução do passe livre estudantil.

- O passe livre estudantil foi estendido aos estudantes que estejam fazendo estágio obrigatório; de cursinhos pré-vestibulares populares ou alternativos; de curso de pós-graduação presencial; matriculados em programas sociais de erradicação do trabalho infantil de alunos.

- Criação de um sistema de penalidades que iniba o uso indevido do passe livre estudantil.

- Concessão de 16 passes extras para os estudantes utilizarem livremente, mesmo nos dias não úteis.


Do Blog da JPT do DF (www.jpt.org.br/df)



Fonte: www.jpt.org.br

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Campanha do agasalho em Caxias vai até 15 de julho


Iniciada na última segunda-feira, 22 de junho, a Campanha do Agasalho, promovida pela Secretaria Municipal de Integração, Segurança Pública e Defesa Civil de Duque de Caxias espera que a população do município colabore bastante para amenizar os efeitos da baixa temperatura no período de inverno entre a população carente da cidade. Com o slogan “Aqueça mais sorrisos neste inverno”, a campanha, que vai até 15 de julho, montou 25 postos de arrecadação nos principais pontos do município. As pessoas que quiserem doar agasalhos, roupas e cobertores na sede do órgão, não vai perder a viagem. Todos receberão um brinde da Defesa Civil.

Além dos postos de coleta instalados na Praça da Emancipação, da Avenida Nilo Peçanha e Rua José de Alvarenga, no calçadão, as doações poderão ser feitas nos seguintes locais: sede da Prefeitura, na Câmara Municipal, Secretarias de Integração, Segurança Pública e Defesa Civil, Saúde e Educação, Procuradoria Geral do Município, Fórum, nos supermercados Prezunic, Sendas, Carrefour (25 de Agosto e Rodovia Washington Luiz), Guanabara, Correios, Unigranrio, Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC), unidades do Sesi e do Senai, e na Refinaria Duque de Caxias (Reduc).

Os interessados em doar grandes quantidades de roupas e cobertores devem procurar a sede da Defesa Civil, na Rua Silva Fernandes, 170 ou telefonar para 2671-4524 ou 08000-230199. Todo o material arrecadado vai beneficiar famílias de baixa renda, albergues, entidades e associações que desenvolvem trabalhos assistenciais com crianças e adultos.




Fonte: http://www.duquedecaxias.rj.gov.br/web/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm

Governo e Câmara aprimoram texto do Plano Nacional da Juventude

Representantes dos ministérios da Fazenda, da Casa Civil, do Planejamento e da Secretaria Nacional da Juventude reuniram-se com o líder do Governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS) e com o relator do Plano Nacional da Juventude, Reginaldo Lopes (PT-MG), para acertos ao texto que deve ser submetido ao plenário da Câmara antes do recesso parlamentar.

A ideia é a de que a Secretaria Nacional da Juventude apresente sugestões para revisão e atualização do Plano e provoque os 19 ministérios envolvidos com o tema para fazerem interface e sugestões ao texto. A data agendada para os acertos finais ao Plano é o dia de 10 de julho.

Segundo o deputado Reginaldo Lopes, a intenção é a de que o Plano vá a voto no início de agosto para que o presidente Lula possa sancioná-lo na Semana Nacional da Juventude, que acontece de 23 a 30 de setembro.

Para o deputado, o Plano é importante porque cria políticas de Estado, não de governo, para o setor. “Dá um salto do ponto de vista institucional”, diz. Ele avalia ainda que o Plano fortalece os órgãos gestores de políticas para a juventude e legitima as conferências nacionais como espaço de avaliação e monitoramento de metas para atender à juventude.

O parlamentar adiantou ainda que no dia 14 de julho acontece em Brasília o encontro da Frente Nacional da Juventude com as frentes estaduais. O objetivo é promover mobilização para que assembléias estaduais e câmaras municipais aprovem seus respectivos planos para a juventude com vistas à criação do Sistema Nacional da Juventude.


www.informes.org.br



Fonte: http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=78202&Itemid=195

Redução da Jornada de Trabalho é aprovada na Comissão Especial da Câmara

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (30) a Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário Mínimo, de 44 para 40 horas semanais. Agora, o projeto segue para plenário da Câmara, em prazo a ser estipulado pela própria Casa.

A CUT e as demais centrais sindicais acompanharam a votação após grande manifestação que pressionou os parlamentares a aprovarem a PEC 321 /95, em tramitação há 14 anos no Congresso Nacional. Figuras históricas da CUT como o ex-presidente, Jair Menegueli, acompanharam a votação.

A reivindicação é bandeira da Central desde sua fundação em 1983 e tem como objetivo gerar mais empregos com carteira assinada. Segundo cálculos do Dieese, a medida pode gerar 2,2 milhões de novos postos de trabalho.

No ano passado, as centrais coletaram 1,5 milhão de assinaturas em todo o País, em defesa da redução da jornada, que foram entregues ao Congresso Nacional.

A última redução do período semanal de trabalho ocorrida no País foi na Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48h para 44 horas. Para o relator do projeto, deputado Vicentinho (PT-SP), ex-presidente da CUT, a redução da jornada terá pouco impacto nos custos das empresas, pois a média da duração do trabalho no País já é inferior às 44 horas previstas na Constituição.


CUT



Fonte: http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=78211&Itemid=195

Ato Público contra o AI-5 Digital no Rio de Janeiro será na ABI

O Ato Público contra o AI-5 Digital no Rio de Janeiro será dia 1 de julho, às 18 horas, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro da capital carioca.

AI-5 Digital é o nome que a sociedade civil deu ao projeto de lei de controle e criminalização da Internet, proposto pelo Senador Eduardo Azeredo, sob o falso propósito de combater os crimes virtuais.

O ato irá pedir a não aprovação do PL Azeredo em defesa da liberdade e privacidade na Internet e pelo livre compartilhamento e troca de arquivos.

Vários atos similares estão ocorrendo pelo Brasil. Em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília já aconteceram. Em Vitória-ES, será dia 3 de julho. Semana passada, o Presidente Lula pronunciou-se contra a Lei Azeredo durante o Fórum Internacional de Software Livre.

DATA: Dia 01 de julho - 18 horas
LOCAL: Auditório da Associação Brasileira de Imprensa - ABI
ENDEREÇO: R. Araújo Porto Alegre, 71 - Centro - Rio de Janeiro - RJ



Fonte: http://www.ptrj.org.br/

terça-feira, 30 de junho de 2009

ENEM até 17 de julho

Atenção galera, se vc ainda não fez sua inscrição no ENEM não perca tempo.As inscrições para o ENEM 2009 prosseguem abetas até o dia 17 de julho somente pelo site http://www.enem.inep.gov.br/.

É possível solicitar a isenção da taxa de inscrição, que será de R$35.

Vale lembra que esse ano o ENEM valerá não só como porta de entrada para as universidades privadas através do ProUni mas tbm como acesso às universidades federais.

Boa sorte à todos e todas e ñ percam as inscrições,e o mais importante,estudem.

Abertas as inscrições para o LICOM 2009.2

O Instituto de Letras da UERJ abre inscrições para o preenchimento de vagas, por sorteio, dos cursos do LICOM: Inglês, Francês, Grego Koiné, Espanhol, Italiano, Alemão, Japonês, Português (Ortografia - apresentação das novas regras ortográficas - e Morfossintaxe)/ Redação e Latim.

O edital com as normas do sorteio está disponível na página do Instituto: www.institutodeletras.uerj.br.


Informações:


LICOM - Línguas para a Comunidade

Horário de Atendimento:
2ª a 6ª feira, 9:30h às 12:30h e 14h às 17h

Endereço:
R. São Francisco Xavier, 524, 11º andar, Bloco D, Salas 11.007
CEP 20559-900 - Maracanã - Rio de Janeiro - RJ
Telefone: 2587-7913



Fonte: www.uerj.br

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Lula: interesses pessoais não devem se sobrepor ao projeto nacional em 2010


Leia abaixo entrevista com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicada pelo jornal Zero Hora nesta sexta-feira (26):

O que é melhor para a campanha da ministra Dilma Rousseff nos Estados em 2010? Chapa puro-sangue com PT na cabeça ou alianças com o PMDB?

Luiz Inácio Lula da Silva – Trabalho com a hipótese de construir uma aliança entre PT e PMDB, PDT e PTB. Uma parte importante da base do governo precisa compor nos Estados para que a gente possa ganhar e governar. O problema não é ganhar, é governar. É você ter um grupo de pessoas dispostas a trabalhar para destravar um País, um Estado, para que a gente possa apresentar à sociedade uma perspectiva. A Dilma tem de trabalhar com a possibilidade de um grande leque de alianças para ganhar bem e governar bem.

O PT está disposto a fazer sacrifícios?

Não temos o direito de não fazer sacrifício e permitir que o desejo pessoal de alguém prevaleça sobre os interesses coletivos de um partido, seja estadual ou nacional. É preciso um debate para saber o seguinte: o que nos interessa neste momento? Quais os Estados que temos de disputar, em quais temos chances? Que tipo de aliança poderemos fazer e o que queremos construir? Se fizermos essa discussão corretamente, fica fácil construir as alianças. É preciso construir um time que vá do goleiro ao ponta-esquerda para trabalhar junto nessa campanha. Essa minha concepção vale do Oiapoque ao Chuí. Mas quem decide isso são os partidos. Só espero que as pessoas tenham aprendido.

Como o senhor vê a ideia de o PT abrir mão da candidatura ao governo de SP em favor do deputado Ciro Gomes (PSB)?

O Ciro tem todas as condições de ser candidato em qualquer lugar do Brasil. Por enquanto, só vejo especulação, nada sério. Mas acho que o Ciro daria trabalho em São Paulo.

Esta semana o senhor criticou a imprensa por dar tanto espaço à crise no Senado. O senhor segue apoiando o senador José Sarney ou defende o afastamento dele da presidência da Casa?

Não critico a imprensa por conta do Senado. É pelo denuncismo desvairado que, às vezes, não tem retorno. Há uma prevalência da desgraça sobre as coisas boas. Talvez venda mais jornal. Citei um jornal quando fiz a crítica. Você tinha a volta do crescimento do emprego, cento e poucas mil vagas criadas. E a manchete era desse tamanho (faz um gesto com as duas mãos para indicar altura) sobre um emprego equivocado no Senado. Os milhares de empregos criados estavam numa notícia secundária. A nação precisa de boas notícias, de autoestima, para poder vencer esse embate com a crise internacional. Sobre as denúncias no Senado, que se faça investigação. Quem estiver errado deve ser punido. Todos os senadores têm mais de 35 anos de idade, estão na idade adulta. O Sarney já anunciou que vai investigar.

A defesa que o senhor faz de Sarney tem a ver com a eleição de 2010? A crise do Senado pode agravar a relação com o PMDB, que já não anda boa?

Não acho que algum senador vá renunciar ao mandato. Eles vão se acertar e prestar contas. A minha cabeça não trabalha pensando em 2010. Agora, tenho clareza de que nós saíremos bem em 2010 se a gente estiver bem em 2009.

O vice ideal para Dilma seria do PMDB?

Vamos discutir isso. Veja a importância do PMDB no Brasil, um partido que tem mais vereadores, mais deputados, mais senadores, mais governadores. Tem um potencial muito grande. Mas não é apenas isso que credencia alguém para ser vice. Primeiro, o vice tem que ser da concordância de quem vai ser candidato a presidente. Você não pode ter um vice que não tenha uma afinidade política, ideológica e visão de Brasil.

O senhor tem acompanhado o tratamento da ministra Dilma. Como ela está? Há riscos de prejuízo à campanha dela?

Por tudo que tenho conversado com os médicos, não acredito (em prejuízos). Mas doença é doença. No momento certo, o médico vai dizer se parou ou não o tratamento. A Dilma tem trabalhado a mesma coisa. Ela tem um ou dois dias por semana que se sente mais cansada, depois da quimioterapia, e diminui um pouquinho o ritmo. Todo mundo que já teve esse tipo de câncer diz que é curável. A Dilma vai ficar extraordinária e a hora que tiver que anunciar estará pronta para o embate. Se for candidata mesmo – depende ainda dos partidos e dela própria –, a partir de março se afasta e começa a campanha.

Quem vai para o lugar dela? O ex-ministro Antonio Palocci?

Não, não. Não posso discutir agora o que vou fazer. Mas não pretendo colocar nenhum ministro novo no governo.

Pelo menos 14 ministros devem sair até abril para concorrer nas eleições. Como o senhor pretende conduzir as substituições: com indicações políticas ou recorrendo a técnicos?

Não vou trazer uma pessoa para chegar sem conhecer o histórico do próprio ministério, das obras, dos projetos. Desse jeito, irei paralisar o governo por dez meses. Na hora que o ministro for saindo, o secretário executivo assume e vai tocando. Não quero mexer no andamento das coisas que estamos fazendo.

Na oposição, o senhor e o PT criticavam muito o antecessor, Fernando Henrique por viajar demais. Nenhum presidente colocou o Brasil tão em evidência como o senhor nessas missões internacionais. O que mudou e qual a utilidade desse trabalho?

Mas se você pegar o meu discurso verá que eu dizia: “Ele (Fernando Henrique) tem o direito de viajar pra fora, o que é lamentável é que ele não viaje aqui dentro”. E viajo muito lá fora e viajo muito aqui dentro. É inexorável. O número de aliados que o Brasil estabeleceu nesses seis anos é muito grande. As pessoas querem ouvir o Brasil.

Qual é a utilidade desse seu trabalho no exterior?

O momento histórico me deu essa projeção. Nós levamos cinco anos para poder consolidar o Bric (grupo formado pelos grandes países emergentes – Brasil, Rússsia, Índia e China) como uma instituição. Vamos ter a segunda reunião no Brasil no final do ano que vem. O Brasil está muito importante. Lembro quantas críticas recebi quando fiz a primeira viagem à África. “Mas por que na África? Não tem nada para vender na África.” Pergunta ao ministro (da Indústria e Comércio) Miguel Jorge, que voltou com uma caravana empresarial da África agora. A gente não tem o que vender é para a Alemanha, Suécia, EUA, porque precisa mais valor agregado, competitividade tecnológica. Mas para a África, América Latina, parte do mundo asiático e para o mundo árabe, o Brasil só tem é que vender.

O senhor vai encerrar o seu governo sem a reforma política e sem a reforma tributária?

Mandei as duas para o Congresso. Não sei quantos anos tenho de vida, mas quero estar perto para ver o dia em que alguns empresários disserem que é preciso fazer reforma tributária. O DEM fez da reforma tributária a bandeira dele. Mas eles não querem. Mandei duas propostas. Em abril de 2003 e outra no ano passado. Quando fazemos as reuniões com governadores, prefeitos e empresários, todo mundo concorda. Quando chega no Congresso, ninguém concorda mais.

O senhor tem dito que quer ser um cidadão do mundo depois de 2010. O presidente Barack Obama disse que o senhor é ‘o cara’. Ele seria o seu cabo eleitoral para o senhor ocupar um espaço na ONU, Banco Mundial? Qual é o seu desejo pessoal?

Quando falei cidadão do mundo, me perguntaram o que queria fazer. Não tenho pretensões. A minha maior pretensão agora é ver se eu pago a promessa que eu fiz para Dona Marisa em 1978. Ela queria que eu deixasse o sindicato e prometi que era o último mandato e que, depois, ia me dedicar à família. Já são 31 anos e não consegui. Pretendo me voltar um pouco para a família. Também não quer dizer que vá deixar de fazer política. Gostaria de trabalhar muito essa questão de integração da América Latina, da África. Acho que precisamos cuidar com muito carinho da África. Por isso, estou indo pra lá no dia 1º, na Cúpula Africana, na Líbia.

Mas com essa popularidade que o senhor tem, será que na eleição de 2014 a dona Marisa resiste? Pesa mais do que uma pressão para que o senhor volte a disputar a Presidência?

Tenho que recusar discutir 2014, porque não seria benéfico para mim e para quem quero eleger. Vamos supor que eu eleja a companheira Dilma a candidata do PT e o povo brasileiro eleja a Dilma presidente do País. Ora, qual é o meu papel? Trabalhar para que ela faça o máximo possível e ela tem o direito de querer ser candidata à reeleição. Senão, o que acontece? Se eu não tiver essa consciência de que ela tem de fazer mais e fazer melhor, fazer o governo dela sem tutela e patrulhamento de ninguém, sem saudosismos, você tira a possibilidade de uma grande mulher fazer um grande governo. Mas ela ficar no governo vendo que eu sou sombra, “ah, em 2014 ele vai voltar”... Vou torcer para que ela possa fazer o melhor e ser candidata à reeleição. Se for um adversário que ganhe, aí sim pode estar previsto em 2014 eu voltar. Depende.

Há uma posição de que as pessoas beneficiadas com o Bolsa-Família não saem do sistema. Estaria faltando um segundo passo, para as pessoas recuperem a cidadania?

Essa visão elitista dos brasileiros é responsável por mais de um século de empobrecimento generalizado. Com o Programa Luz para Todos, 83% das pessoas que receberam energia compraram televisão, 79% geladeira, 44% aparelho de som, 44% voltaram a estudar à noite. Alguém que nasceu na avenida Copacabana, que nunca teve problema, acha que R$ 80 é pouco, mas para um pobre é muito. À medida que a economia vai crescendo, as pessoas vão deixando o Bolsa-Família e deixam outros entrarem. 600 mil já deixaram o programa.

O senhor vai ampliar o prazo de redução do IPI?

Não posso falar porque as empresas estão falando por aí: “Compre seu carro logo”. Falando em política tributária, imposto e política social, quero dar uma explicação lógica. Todos queremos que o Brasil tenha uma política tributária muito mais simplificada. O ideal é que a gente aumente o número de contribuintes. A carga tributária brasileira não é algo a ser comparado com os países desenvolvidos. Num País que tem 10% de carga tributária, não há Estado. Pode mapear quais são os países. A política social é extremamente importante porque por mais de 20 anos se discutiu no Brasil se a gente deveria distribuir para crescer ou crescer para distribuir. Começamos a fazer os dois juntos e o resultado foi extraordinário. A ascensão dessa molecada por conta do ProUni: são 545 mil jovens da periferia na universidade, 40% deles negros. A política social é uma coisa barata, ela perpassa a ignorância, a violência. Na hora em que o pobre tem uma ajuda, todo mundo vai melhor, vai ter menos bandido, menos violência.

A oposição ganharia se usasse esse discurso?

Não sei, porque não é só o discurso, é preciso olhar nos olhos das pessoas.

O senhor acha que a oposição torceu para que a crise afetasse o Brasil?

Torceu e muito. Teve gente que até acendeu vela.

Houve gente que queimou os dedos?

Uns queimaram a língua, outros queimaram os dedos. Quando deixar o governo, vou montar um grupo para pesquisar as análises econômicas que fizeram sobre o meu governo, para saber quem errou e acertou. Sobre a crise, ninguém precisou explicar porque ela era internacional. Tivemos dois momentos da crise. Em setembro do ano passado eu estava no Panamá quando surgiram os primeiros sinais. Voltei, fiz várias reuniões com economistas, analisamos e percebemos que a crise chegaria muito pequena no Brasil. Até que desapareceu o crédito no mundo inteiro. Tomamos todas as medidas necessárias e somos reconhecidos no mundo inteiro.

É por essa questão de orgulho que o senhor não quer que a Petrobras sofra uma CPI?

Se tem um fato determinado, diga e faça a CPI. O que não pode é, de forma irresponsável, pegar a mais importante empresa do País e tentar, um ano antes das eleições, achincalhar. Numa CPI sem fato determinado, vale tudo. Se tiver de fazer, o que queremos é uma coisa séria. O que se propôs não tem nada de seriedade.

O que incomoda o senhor na CPI são os investimentos da Petrobras, que podem ser prejudicados, ou é o caráter eleitoral?

Acho que CPI não pode ser feita para fins apenas de disputa eleitorais. É não respeitar o País. Agora, a CPI é um instrumento da oposição em qualquer lugar do mundo. Estamos em uma crise econômica profunda, em que a Petrobras teve dificuldades para pegar dinheiro emprestado lá fora. Se uma empresa como a Petrobras encontra dificuldades em arrumar dinheiro, fico imaginando se começar um processo de achincalhamento. O denuncismo é isso. Acho que a Petrobras deveria ser investigada pelo Tribunal de Contas da União e pelo Ministério Público.

O ministro Tarso Genro tem defendido a punição dos torturadores do regime militar. Ele faz isso com o aval do senhor ou é uma posição pessoal dele?

É uma tese do Tarso. No governo, temos pessoas que pensam diferente.

E o senhor?

Não sou jurista (risos).

O que o senhor diria para o cidadão brasileiro. Deve gastar ou esperar mais um pouco?

Deve gastar. As pessoas podem acreditar que o País está mais sólido do que já esteve. É importante o povo comprar. Não quero que faça dívidas. Mas se tiver uma economia, compre.


Fonte: http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=78061&Itemid=195

Duque de Caxias reduz valor da tarifa de ônibus em 50%



A “Tarifa Companheira”, que reduziu o preço das passagens municipais em 50%, aos domingos e feriados, entrou em vigor no dia 7 de junho, e agradou em cheio aos usuários. Os moradores economizaram ao pegar o coletivo e elogiaram a iniciativa do prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito (PSDB). Cerca de 200 mil pessoas foram beneficiadas na cidade.

Dezessete fiscais da Secretaria de Transportes e Serviços Públicos acompanharam a cobrança da nova tarifa e orientaram moradores e motoristas. Adesivos foram colados nos pontos de ônibus e autobus nos coletivos em que o sistema pode ser usado. Para fazer jus à redução, o pagamento tem que ser feito em dinheiro. O benefício não vale para quem usa o Riocard.

Elizabeth José Machado, 37 anos, moradora do Gramacho, disse que ficou muito contente em saber que o preço da passagem baixou. Ele trabalha como camelô, aos domingos, na Praça Roberto Silveira, e teve uma grande economia. “Eu e meu marido gastamos R$8,80 com o transporte. Com a diminuição do tributo, vamos poder comprar um engradado de água com 12 garrafas e ter um lucro maior”, disse Elizabeth.

Para Tânia Maria Pereira, ex-moradora da Vila São Luís, a idéia é excelente e deveria ser levada a todos os municípios do Estado do Rio de Janeiro. “Moro em Maricá e vim a Duque de Caxias para visitar parentes. Fiquei satisfeita em saber da medida do prefeito em reduzir a tarifa, que é uma medida de grande alcance social”, elogiou Tânia, que por 30 anos morou na cidade.

Inédita no Estado do Rio de Janeiro, a redução é permanente. O desconto é válido em 80 linhas da cidade, onde circulam 350 ônibus e tem custo zero para a Prefeitura de Duque de Caxias. Nos feriados de Corpus Christi, 11 de junho, e Santo Antônio, padroeiro da cidade, dia 13, a população também economizará na hora de pagar passagem no município.




Fonte: http://www.duquedecaxias.rj.gov.br/web/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm

quinta-feira, 14 de maio de 2009

ProUni forma primeiros 56 mil bolsistas

Em breve balanço das ações educacionais desenvolvidas em 2008, o ministro Fernando Haddad destacou nesta segunda-feira, 29, a formação dos primeiros 56 mil estudantes bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni), que ingressaram na educação superior em 2005. “São 56 mil pessoas de baixa renda que tiveram uma oportunidade nesse programa tão exitoso”.

Haddad também lembrou que neste ano se completou a adesão dos 27 governadores e os 5.563 prefeitos ao Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), lançado em abril de 2007. Mas o destaque da adesão, explicou, foi o compromisso que eles assumiram com metas de qualidade da educação básica que devem ser alcançadas ano a ano, até 2022. Em 2009, o objetivo é consolidar a política nacional de formação de professores para garantir o cumprimento das metas.

Na educação profissional, Haddad disse que o Brasil avançou muito e citou a abrangência do modelo implantado: a expansão da rede federal tecnológica, que passa de 140 unidades construídas no período de 1909 a 2002, para 354 até o final de 2010; a reforma do Sistema S, organização que tem mais de 60 anos e que nunca tinha sido atualizada; e o programa Brasil Profissionalizado, que investe R$ 1 bilhão no fomento à reestruturação das redes estaduais de ensino médio. “Esse tripé vai dar um novo horizonte ao ensino médio,” previu o ministro.

No caso dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia (o presidente Lula sancionou nesta segunda-feira, 29, a lei que cria 38 institutos), eles reorganizam a rede física antiga formada por Cefets, escolas técnicas e agrotécnicas e as 214 novas escolas técnicas que ficam prontas até 2010. Segundo Haddad, os institutos serão sempre multicampi, atuam regionalmente oferecendo educação profissional compatível com o desenvolvimento local; têm compromisso com as licenciaturas no âmbito das ciências (física, química, matemática e biologia); e oferecem educação profissional de maneira vertical: da educação de jovens e adultos articulada à educação profissional, até cursos superiores de tecnologia.

Ionice Lorenzoni

Palavras-chave: mec, notícias, jonalismo, matérias

Fonte: www.mec.gov.br/prouni

Bolsistas revelam em pesquisa as vantagens da graduação

Profissionais formados com bolsas integrais do Programa Universidade para Todos (ProUni) revelam que o mercado de trabalho se abriu – 80% estão trabalhando –, e que a renda familiar aumentou para 68% deles. Mas o principal efeito da oportunidade de fazer uma graduação aconteceu na família. Oito de cada dez entrevistados disseram que familiares se sentiram motivados a iniciar ou prosseguir os estudos.


Os dados fazem parte de uma pesquisa encomendada pelo Ministério da Educação ao Instituto Ibope e realizada no período de 13 a 23 de março deste ano. O Ibope ouviu por telefone 1.200 recém-formados em estados de todas as regiões do país. A primeira leva de formandos que estudaram com bolsas do ProUni concluiu os cursos no final de 2008. O programa foi criado em 2004 e começou a operar em 2005. O Ministério da Educação estima que cerca de 56 mil bolsistas do ProUni já concluíram a faculdade.


Na avaliação de Bruno Teodoro Oliva, coordenador geral de projetos especiais para a graduação da Secretaria de Educação Superior, o fato de 80% dos entrevistados relatarem que estão trabalhando confirma que a formação amplia as oportunidades de emprego e traz como consequência uma melhoria na qualidade de vida. Outro ponto positivo que a pesquisa traz é a elevação dos rendimentos. Entre os entrevistados, 68% dizem que a renda familiar melhorou e, destes, 28% relatam que melhorou muito. Na região Nordeste, o índice foi de 70% e no Sul, 69%.


Mas o aspecto da pesquisa que mais chama a atenção de Bruno Oliva e o que evidencia consequências não só imediatas, mas também de longo prazo é o relato dos formados sobre os efeitos que a graduação causou no âmbito familiar. Quando oito de cada dez entrevistados dizem que a formação deles motiva e incentiva seus familiares a iniciar ou prosseguir nos estudos, deduz-se que o ProUni gera efeitos motivador e multiplicador. “É o reconhecimento da família de que a educação trouxe um ganho ao estudante”, diz Bruno Oliva.


Para o coordenador do programa, isso também significa que os filhos dos beneficiários do ProUni terão maior probabilidade de frequentar a escola. Ele explica: estudos mostram que filhos de pais com maior escolaridade, independentemente da renda, tendem a atingir maior nível educacional.


O peso da formação no processo de melhoria da qualidade de vida dos entrevistados também foi lembrado. A pesquisa constatou que 97% dos entrevistados estão motivados a fazer especialização, mestrado ou doutorado.


Dados da Secretaria de Educação Superior do MEC indicam que, do ingresso dos primeiros bolsistas em 2005, ao primeiro semestre de 2009, o ProUni beneficiou 541.085 estudantes. Atualmente, 384.882 alunos cursam uma graduação com bolsas integrais ou parciais.

Ionice Lorenzoni
Quarta-feira, 06 de maio de 2009 - 15:36
Palavras-chave: ProUni, bolsistas

Fonte: www.mec.gov.br/prouni

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Prouni, oportunidade para Todos

Debora Pereira


Oportunidade. Esta é a palavra que define o desejo que move milhões de brasileiros. Operários, domésticas, ambulantes, filhos de trabalhadores, cidadãos reféns de um sistema social que oprime, marginaliza, segrega. Pessoas que por muito tempo foram apenas números, estatísticas – de desemprego, pobreza, exclusão.

Oportunidade. Isso é o que o Prouni oferece. Não se trata somente de uma bolsa de estudos, mas do direito de voltar a sonhar. Trata-se de milhares de pessoas que conseguiram romper as barreiras da exclusão e hoje contrariam as estatísticas. E não é apenas mérito de governo, mas conquista concreta de anos de mobilização e luta do movimento social brasileiro.

O MEC divulgou na última sexta-feira (24/4), dados da pesquisa Ibope que entrevistou recém-formados da primeira geração de beneficiários do Prouni. Entre os entrevistados, 80% terminaram seus estudos já empregados – atingindo 83% na região Sul do País. Quando interrogados sobre a melhora nas condições de vida, 68% tiveram ganhos significativos na renda familiar, sendo que 28% afirmaram que a renda da família aumentou muito.

O Prouni beneficia hoje 450 mil estudantes e chama atenção o fato de oito entre 10 prounistas afirmarem que outros familiares estão motivados em concorrer a uma vaga na universidade através do Prouni. Indiretamente quantas pessoas são beneficiadas? Não estamos falando apenas de ascensão social, mas de uma melhora na condição de vida de famílias inteiras, no aspecto financeiro, cultural e intelectual. Jovens antes sem perspectivas e chefes de família que voltaram a sonhar com um futuro melhor, sem falar dos amigos, vizinhos, familiares de amigos e familiares de vizinhos. Estudar voltou a ser objetivo de vida para muitos brasileiros.

O movimento estudantil historicamente defendeu – ainda defende e assim deve ser – em teses, discursos e resoluções, que a universidade deve formar cidadãos para o mundo, capazes de compreender a função social de suas profissões, e não gerar mão-de-obra qualificada para o mercado de trabalho. Pois bem, os prounistas estão bem suscetíveis a essa compreensão.

Por que a filha de um pedreiro não pode ser doutora? Ouso afirmar que aquele estudante que por muito tempo precisou de um Posto de Saúde na periferia pode se tornar um grande médico sim. Um acampado do MST certamente poderia vir a ser um excepcional agrônomo ou um militante do movimento sem-teto, um exímio arquiteto. Por vocação, se assim o for. Mas o fato é que viver a necessidade na pele pode resultar naquele toque de genialidade que determina o verdadeiro sucesso profissional.

Sempre que vejo as pessoas praguejando, ou simplesmente desdenhando, do Prouni ou de qualquer outro programa de acesso a universidade (como o Reuni), fico me perguntando se estes indivíduos já pararam para refletir sobre os impactos diretos que este tipo de ação tem sobre a vida do povo. Certamente vieram de berço dourado, tomando muito todinho e leite Ninho, brincando em playground, sem nunca ter pisado em uma favela, remado até a casa de um ribeirinho ou passado qualquer tipo privação na vida.

Quem fala de luta de classes sem nunca ter deixado de ir à escola por falta de uniforme ou só ter ido à escola para tomar o lanche na hora do intervalo, definitivamente não sabe do que está falando. Até acredito em consciência de classe, mas me irrita o discurso pequeno-burguês que pragueja contra a massificação do acesso à universidade sob o discurso de que estão sendo colocados estudantes despreparados na universidade, que isto baixa a qualidade do ensino e que estes estudantes serão maus profissionais. Balela, como dizem por aí.

Ou não são os prounistas que têm o melhor desempenho em todas as avaliações, internas e institucionais. E mais, o recorte racial na distribuição das vagas do Prouni é elemento fundamental para diminuir também os impactos do racismo no mercado de trabalho. Na verdade, o conservadorismo da academia se estende a setores da sociedade que não enxergam o óbvio: protelar o acesso à universidade é perder uma geração inteira e a conseqüência disso é o atraso e o subdesenvolvimento de um país que permanecerá desprezando o potencial de seu povo.

Por fim, quero ressaltar que escrevo tudo isso com a propriedade de quem foi criada no extremo sul da zona sul de São Paulo, onde dá tudo errado, como já dizia mano Brown. Filha de mãe operária – às vezes empregada doméstica – e pai ausente, sei bem como é atraente a ilusão da vida fácil. Se ao final deste ano de 2009 terei em mãos meu diploma de jornalista é porque agarrei uma oportunidade, a única e mais importante de toda uma vida, assim como milhares de pessoas que certamente viram um mundo de sonhos começar a se concretizar no dia em que assinaram o contrato de suas bolsas de estudos.

Debora Pereira é Diretora de Universidades Pagas da UNE e bolsista do Prouni.



Fonte: www.jpt.org.br

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Os valores do PPS

Num dos comerciais de 30 segundos que começaram a ser veiculados pelo PPS na terça-feira (21), o deputado Raul Jungmann – fiel parceiro do desgoverno FHC nos anos de privataria generalizada, desmonte do Estado e desemprego em massa – desfralda mais uma vez a bandeira da “ética” na política e informa aos telespectadores: “Nosso apego é a valores e princípios”.

Quais são os valores e princípios do PPS, que se auto-intitula “um partido decente”? Seriam os de seu presidente, o ex-deputado Roberto Freire, aquele que, mesmo morando em Recife (PE), foi flagrado recebendo R$ 12 mil mensais da prefeitura de São Paulo, a título de suposta participação em dois conselhos municipais da gestão Serra/Kassab?

As peças publicitárias não esclarecem, mas deixam no ar a impressão de que o PPS se move tendo por princípio a demagogia e por valor a máxima do velho Chacrinha, aquele que veio para confundir, não para explicar.

O PPS, de forma bem indecente, usa os comerciais de rádio e TV para fazer duas graves acusações ao governo Lula. Na primeira, Jungmann diz: “Agora, o governo vai mexer na poupança como fez o governo Collor”. Na outra, uma atriz disfarçada de povo ataca: “A campanha política só começa em 2010, mas o próprio governo já lançou sua pré-candidata e está fazendo campanha com o nosso dinheiro”. Pelas duas inverdades, o PT acionou sua assessoria jurídica e solicitará na Justiça Eleitoral a cassação dos horários do PPS no segundo semestre, conforme prevê a legislação.

A fala de Jungmann é a mais infame, porque cumpre o claro objetivo de espalhar o pânico entre a população, insinuando que o governo estaria disposto a confiscar os recursos de quem deposita seu dinheiro na Poupança, como fez o ex-presidente Fernando Collor de Melo, em 1990.

Trata-se de uma ilação irresponsável e criminosa. Jungmann e todo o PPS sabem que não existe a menor possibilidade de isso ocorrer. O que o governo estuda – e isso já ficou claro inclusive em declarações do próprio presidente – são medidas que, ao mesmo tempo, protejam quem aplica suas economias na Caderneta de Poupança e garantam o equilíbrio do sistema financeiro contra eventuais distorções num ambiente de queda de juros. Em nenhum momento se falou em mexer nos rendimentos de pequenos poupadores, e menos ainda em confisco.

A outra acusação beira o ridículo. O governo não faz campanha com dinheiro público. O governo governa com o dinheiro público. O espanto do PPS talvez se deva ao fato de eles não estarem acostumados a tanto, pois foram e continuam sendo aliados do consórcio PSDB-DEM – aquele que quebrou o país três vezes, entregou o patrimônio nacional a preço de banana e fez não se sabe o quê com o dinheiro.

O mais incrível é que, enquanto acusa o governo de antecipar a campanha eleitoral “com o nosso dinheiro”, o PPS usa duas das quatro inserções para fazer justamente aquilo que supostamente condena, ou seja, colocar o processo sucessório no centro do debate. Em uma delas, Roberto Freire anuncia: “O PPS quer organizar um bloco oposicionista (...), escolhendo um candidato para que, em 2010 (...) apresente uma alternativa para todos nós”. Em outra, a apresentadora Soninha Francine completa: “Em 2010 vamos fazer parte dessa grande aliança em torno de um candidato forte da oposição que ta governando, e não fazendo campanha”.

À falta de um projeto para apresentar à nação, o Partido Popular Socialista (que de socialista não tem nada, e de popular menos ainda) acaba não só caindo em contradição como revelando que a “decência” está longe de ser o seu forte.

Gleber Naime é secretário nacional de Comunicação do PT


Fonte: www.pt.org.br

terça-feira, 24 de março de 2009

Marinha e Aeronáutica selecionam jovens

Jovens que sonham em seguir a carreira militar já podem começar a se preparar, porque a Marinha e a Aeronáutica vão abrir inscrições nas próximas semanas para quase duas mil oportunidades em dois concursos que prometem atrair um batalhão de candidatos. As chances são para as patentes de soldado fuzileiro naval e sargento, tradicionais portas de entrada para as Forças Armadas, com soldos de mil reais e R$ 2.268, respectivamente.

A seleção da Marinha é restrita a rapazes, com ensino fundamental completo, enquanto o concurso de sargento da Aeronáutica aceita também a inscrição de mulheres, com escolaridade em nível médio, entre outros requisitos listados no edital.

Etapas do processo

A batalha para conquistar a vaga está só começando para os candidatos. Haverá provas escritas, exames médicos e testes de capacidade física, entre outras etapas. As chances são todas para turmas que serão iniciadas no ano que vem. A dica de quem já está lá dentro é jamais desanimar, mesmo que a concorrência seja grande.

Há dois anos na Marinha, o soldado fuzileiro Wagner Sales Vieira passou com louvor pela seleção e pelo treinamento. Agora, o rapaz se prepara para tentar a carreira como oficial.

— Eu me formarei em engenharia de produção daqui a dois anos e quero prestar um novo concurso, dessa vez para o quadro técnico. Sempre quis ser militar e meu sonho é seguir carreira como oficial na Marinha — conta o fuzileiro naval.

Já para o sargento fuzileiro Nilton Feitosa, o que seria inicialmente apenas a oportunidade de um emprego estável acabou se tornando uma paixão.

— Passei por uma banca de jornal e vi o anúncio de inscrições para o concurso de fuzileiros. A partir daí, decidi o que queria para a minha vida. E não poderia ter feito coisa melhor. Tudo o que consegui até hoje foi por causa da Marinha. Eu me sinto completamente realizado — diz o sargento, prestes a completar 20 anos de carreira.


FONTE: http://extra.globo.com/economia/vidaGanha/

Telemarketing: 3 mil chances de emprego

O setor de telemarketing segue firme na geração de empregos. Empresas do setor e consultorias de recursos humanos têm seleções abertas para mais de três mil oportunidades no Rio e na Baixada. E, para muitas vagas, não é preciso ter experiência na função. Há chances para os cargos de operador e supervisor, em especialidades como atendimento receptivo, vendas e cobrança. De um modo geral, as empresas exigem que os candidatos tenham ensino médio completo, conhecimentos de informática e, de preferência, curso de capacitação na área. Veja como concorrer:

Atento - A empresa oferece 128 vagas para teleoperadores, no Rio. Não é preciso ter experiência. Portadores de deficiência também podem se candidatar. Os currículos devem ser encaminhados para o e-mail atentorj@atento.com.br. Quem preferir pode entrar em contato pelo telefone 0800-880-9000.

Atus RH - A consultoria inscreve para 1.028 ofertas nas especialidades de suporte a redes, atendimento receptivo, cobrança e vendas. Parte das vagas é direcionada a candidatos em busca do primeiro emprego. Comparecer, com currículo, à Rua Teófilo Otoni 82, 11º andar, no Centro do Rio, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

Sine - Os postos do Sistema Nacional de Empregos (Sine), do governo do estado, selecionam para 1.798 chances nos cargos de operador e supervisor de telemarketing, oferecidas por empresas do Rio e da Baixada. Inscrições em postos como o da Avenida General Justo 275, no Centro do Rio. Mais endereços pelo telefone (21) 2332-9999.

Dom Graphein - A consultoria tem 75 vagas para operadores ativos, para Duque de Caxias, Barra e Zona Sul do Rio. Currículos para o e-mail selecao@domgraphein.com.



fonte: http://extra.globo.com/economia/vidaGanha/

Concursos imunes à crise oferecem 12 mil chances

O anúncio do Ministério do Planejamento de um possível corte de vagas em concursos federais nos próximos meses está deixando muito candidato com medo de as seleções começarem a minguar. Mas, pelo menos por enquanto, não há motivos para desanimar. Isso porque está garantida a realização dos concursos já autorizados pelo governo federal. E o que não faltam são oportunidades para quem quer garantir a estabilidade do emprego público.

De acordo com um levantamento do EXTRA, são 12.256 chances em concursos públicos nas esferas federal, estadual e municipal, sendo que, para 4.880 oportunidades, as inscrições já estão abertas. Para o restante, foi dada a autorização e, agora, só falta a liberação do edital.

Em andamento

Decea - São 148 vagas no Departamento de Controle do Espaço Aéreo para cargos de níveis médio e superior, com salários de R$ 3.682,02 a R$ 5.629,42. Os interessados têm até o dia 7 de abril para se inscrever, pelo site www.cesgranrio.org.br. Taxas: R$ 60 (nível médio) e R$ 80 (superior).

IBGE - O prazo de inscrição para 138 vagas temporárias no Rio de Janeiro começa nesta sexta-feira, pelo site www.consulplan.net. Há chances para os cargos de agente de pesquisa (ensino médio e experiência de um ano em telemarketing) e supervisor (nível superior), com salários de R$ 600 e R$ 4 mil, respectivamente. Taxas: R$ 14 (agente) e R$ 90 (supervisor).

Infraero - O concurso é para formação de cadastro de reserva em 55 vagas em funções de níveis médio e superior. As remunerações variam de R$ 1.029 a R$ 3.203. O cadastro vai até o dia 3 de abril, pelo site www.concursosfcc.com.br. Taxas: R$ 51,37 (nível médio) e R$ 66,37 (superior).

UFF - Até 14 de abril, a Universidade Federal Fluminense inscreve para 112 vagas em cargos de níveis técnico e superior, pelo site www.coseac.uff.br. Os salários vão de R$ 1.364,63 a R$ 1.747,83. Taxas: R$ 34 (nível técnico) e R$ 43 (superior).

Polícia Militar - As inscrições para quatro mil vagas de soldado vão até o próximo domingo, dia 29, pelo site www.policiamilitar.rj.gov.br. É preciso ter ensino médio e idade de 21 a 30 anos, entre outros requisitos listados no edital. Taxa: R$ 65.

Porto Real - Há 482 chances em cargos de níveis médio e superior, nas áreas de educação, administração, obras, ambiental, ação social e saúde da Prefeitura de Porto Real, no interior do estado. O prazo vai até 5 de abril, pelo site www.iesap.com.br. Taxas: R$ 55 (nível médio) e R$ 65 (superior).

Autorizados

IBGE - Está autorizada a abertura de 3.638 vagas temporárias para agente de pesquisa e mapeamento em todo o país, com exigência de ensino médio completo.

Educação - Foi dada autorização para substituição de 290 terceirizados em cargos de nível médio, como agente administrativo, assistente de alunos e técnico em enfermagem.

Agricultura - Serão 279 vagas, a maior parte para agentes administrativos, com ensino médio. Haverá chances também em cargos de nível superior.

Funasa - A Fundação Nacional de Saúde selecionará para 419 vagas de níveis médio e superior, em áreas como administração, engenharia, farmacêutica e contabilidade, entre outras.

Banco Central - O concurso será para 20 vagas de procurador, com exigência de nível superior.

Inmetro - Serão 208 oportunidades para pesquisador-tecnologista, analista executivo e especialista sênior (nível superior).

Justiça - A autorização é para 450 postos de níveis médio e superior, principalmente na área administrativa.

Planejamento - Serão 287 ofertas, sendo 32 vagas para analista técnico-administrativo (nível superior) e 255 para agente administrativo (nível médio).

Integração - A seleção será para 127 oportunidades de analista técnico-administrativo (nível superior) e 166 para assistente (nível médio).

Cobra - A empresa de tecnologia do Banco do Brasil deverá publicar, nas próximas semanas, um edital com 1.256 vagas imediatas, além de formação de cadastro em funções de níveis fundamental, médio e superior. O Rio deve ser um dos estados com mais chances.

Meio Ambiente - Serão 200 postos de analista ambiental (nível superior), distribuídos entre o Ibama e o Instituto Chico Mendes.

Termoelétricas - Estão previstas 82 chances em cargos de níveis médio e superior, no Rio e em outras regiões do país, além de formação de um cadastro de reserva.

Banco do Brasil - Há previsão de um grande concurso para formação de cadastro de reserva, em todo o país, para o cargo de escriturário, que exige ensino médio completo.

Polícia Civil - A próxima seleção será para 50 ofertas de papiloscopista, cargo que passará a exigir ensino superior. Estão previstas ainda chances para peritos e delegados.

Fiscal de renda - A Secretaria estadual de Fazenda vai abrir 70 vagas, com exigência de formação universitária e salário previsto de R$ 9.615.



FONTE: http://extra.globo.com/economia/vidaGanha/

terça-feira, 10 de março de 2009

Foi demitido? Saiba quais são os seus direitos

Dados do governo federal mostram que a crise financeira internacional causou uma onda de demissões pelo país. Por conta disso, o G1 preparou lista com os direitos do empregado no caso de demissão sem justa causa em cada uma das modalidades de contratação previstas em lei.

O trabalhador demitido, de acordo com a legislação, tem até dois anos da data da demissão para entrar com reclamação judicial, mas as reclamações se limitam a ocorrências dos últimos cinco anos de trabalho.

DIREITOS DO TRABALHADOR NA DEMISSÃO

CONTRATO CONVENCIONAL

O que é?
Contrato convencional com base na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) por tempo indeterminado
Direitos
- aviso prévio (ou ser comunicado com 30 dias de antecedência ou receber salário equivalente a 30 dias)
- 13º proporcional
- férias proporcional
- liberação do FGTS acrescido de multa de 40%
- saldo de salário (dias trabalhados no mês)
- seguro-desemprego se tiver mais de seis meses de trabalho

PRAZO DETERMINADO

O que é?
Contrato de trabalho com base na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) por tempo determinado. Pode ser renovado uma única vez, mas o tempo total de trabalho não pode ultrapassar dois anos. Se passar desse tempo, o contrato vale como se fosse por tempo indeterminado. Vale para empresas que apresentarem crescimento temporário de trabalho
Direitos
- 13º proporcional
- férias proporcional
- saldo de salário (dias trabalhados no mês)
- indenização de 50% dos dias faltantes para o término do contrato (a indenização pode variar de acordo com a convenção coletiva da categoria; algumas categorias, por exemplo, preveem indenização de todos os dias faltantes)
- seguro-desemprego se tiver mais de seis meses de trabalho. Não vale para quem completou o período todo do contrato de trabalho, somente para quem foi dispensado antes do prazo

TEMPORÁRIO

O que é?
Contrato de trabalho com base na lei 6.019 que permite contratação por 90 dias, prorrogáveis por mais 90 dias, sendo que a prorrogação deve ser comunicada pela empresa ao Ministério do Trabalho. Só vale para substituição de funcionários em férias ou licenças e empresas que apresentarem crescimento temporário de trabalho

Direitos

- 13º proporcional
- férias proporcional
- saldo de salário (dias trabalhados no mês)
- indenização de 50% dos dias faltantes para o término do contrato (a indenização pode variar de acordo com a convenção coletiva da categoria; algumas categorias, por exemplo, preveem indenização de todos os dias faltantes)
Obs. Os trabalhadores contratados em regime de CLT (tempo determinado ou indeterminado) têm direito a indenização de 50% dos dias faltantes para o término do contrato de experiência se forem demitidos antes desse período


Convenções coletivas

A advogada Silvia Maria Munari Pontes, do Trevisioli Advogados Associados, explica que os direitos trabalhistas valem de modo geral para os trabalhadores, mas há categorias que preveem direitos diferenciados na convenção coletiva.

"Os metalúrgicos e bancários, por exemplo, têm direitos ampliados em suas convenções coletivas. Nesses casos, o que vale é o acordo sindical."

Punição à empresa

De acordo com a advogada trabalhista Cristiane Haik, da PLKC Advogados, no caso de contratos de trabalho por tempo determinado e temporário, que são uma alternativa à contratação convencional por tempo indeterminado, as empresas precisam apresentar comprovação de aumento da produção ou férias de funcionários.

"Se a empresa não comprovar a situação, pode ser multada pelo Ministério do Trabalho ou processada pelo empregado", diz.

A diretora da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), Jismalia Oliveira Alves, afirmou que em tempos de crise, o trabalho temporário facilita para o empregador, por ser mais flexível, mas ela não acredita na modalidade como forma de burlar a CLT.

"Isso é uma responsabilidade do tomador (empregador). Se ele usar de maneira ilegal o trabalho temporário, tem de responder por isso."

Fonte: G1


FONTE: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=12805

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Mais de 2 mil vagas em aulas gratuitas

A Fundação de Apoio Escola Técnica (Faetec) está com inscrições abertas para diversos cursos à distância de qualificação profissional em suas unidades de Roxo, Nova Iguaçu, Vilar dos Teles, Santa Cruz, Imbariê e São Gonçalo. No total, são 2.520 vagas. Auxiliar de escritório, bombeiro hidráulico, básico em eletricista predial, operador de telemarketing, promotor de vendas, montagem e manutenção de micro computadores e manutenção de eletro-eletrônicos, são as opções oferecidas. O aluno recebe um material didático e estuda em qualquer lugar onde possa acessar a internet. Semanalmente, são agendadas aulas práticas na unidade onde fez a inscrição.

Os interessados têm até o dia 7 de fevereiro para se cadastrar e devem procurar a unidade onde pretende assistir às aulas práticas. É preciso apresentar comprovantes de escolaridade e residência, documento de identidade, CPF e uma foto 3x4. A definição das vagas será feita por sorteio no dia 9 de fevereiro. Pode se candidatar quem tem mais de 17 anos e já concluiu a 8º ano do ensino fundamental. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2299-1966.



Fonte: http://extra.globo.com/economia/vidaganha/default.asp?a=513

Cursos de atualização de professores

O Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro, vinculado à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado (Cecierj), abre inscrições para os cursos de atualização de professores 2009, na modalidade semipresencial. São 4.900 vagas em sete áreas do conhecimento: biologia, educação em ciências, física, geografia, informática educativa, matemática e química. Os cursos são voltados para professores das áreas específicas e afins, assim como para graduados e licenciandos de último ano.

Além destas, a fundação oferece, também, disciplinas na área de governança para professores e profissionais de Tecnologia da Informação, de gestão e de auditoria. As inscrições devem ser feitas pela internet, através do preenchimento da ficha de inscrição no site www.cederj.edu.br/extensao, até 15 de fevereiro. O candidato deverá ter domínio de navegação na internet e um e-mail pessoal ativo. A divulgação do resultado do processo seletivo será em 19 de fevereiro.


Fonte: http://extra.globo.com/economia/vidaganha/default.asp?a=513